Curadores e profissionais convidados que já passaram pela Casa TATO

A Casa TATO é um programa de desenvolvimento que conta com profissionais de renome, afim de promover debates e discussões profundas sobre o mundo das Artes Visuais.

Já passaram pela Casa TATO:

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Adriana Braga
É formada em Design, com Pós em História da Arte e Design de superfície Curou MBA em Gestão Empresarial na FGV Atuou no mercado de luxo com branding e posicionamento de marcas de alta joalheria Produziu exposições independentes, catálogos de artistas e trabalhou em galerias de arte, participando de feiras nacionais e internacionais Trabalhou com colecionadores como consultora de arte, organizando e assessorando em suas coleções e projetos especiais Foi diretora da Galeria Oriente É a fundadora do Encontro de Espaços Independentes ( e da Feira Oriente, feira de arte em que os artistas comercializam seus próprios trabalhos sem intermediários Em 2018 criou o Planejamento Artístico Estratégico, metodologia que ajuda artistas a entenderem melhor o seu trabalho e tirarem projetos do papel.

Carla Chaim

Pensa o desenho em diferentes mídias, virtuais, tridimensionais ou instalativas. Seus trabalhos não contam histórias, eles são o próprio fazer, combinando sistemas dicotômicos: regras rígidas e movimentos físicos orgânicos. A artista recebeu prêmios como Prêmio CCBB Contemporâneo, Prêmio FOCO Bradesco ArtRio, Prêmio Funarte de Arte Contemporânea e Prêmio Energias na Arte. Sua obra faz parte de coleções como Ella Fontanals-Cisneros, Miami, EUA e Museu de Arte do Rio – MAR, Rio de Janeiro, RJ.

Carollina Lauriano

Aprendiz inquieta, minha formação interdisciplinar - jornalismo, marketing, pesquisa de tendências - me fez compreender melhor os caminhos para uma boa estratégia de comunicação, a fim de apresentar as soluções mais criativas para os projetos aos quais me envolvi ao longo das minhas experiências profissionais.

Com experiência no mercado de luxo, moda e lifestyle, estou sempre em busca de novas ferramentas para criar conteúdos - sejam eles no ambiente digital, ou em formato de um evento - que se apliquem as novas dinâmicas e necessidades da comunicação.

Carolina Paz

Nasceu em São Paulo, em 1976 onde reside e trabalha atualmente Formou se em Ciências Sociais e é mestre em Mídia e Conhecimento pela Universidade Federal de Santa Catarina Em 2008 cursou Artes Plásticas com ênfase em pintura na Academia Brasileira de Arte (Desde 2011 acompanha os projetos com Albano Afonso e Sandra Cinto do Ateliê Fidalga Carolina já expos em diversas galerias do Brasil, entre elas, na coletiva 10 ª Edição do Programa de Exposições MARP, em Ribeirão Preto, (em 2011 apresentou as exposições Do que não está na Galeria ABRA, Quarto das Maravilhas na Galeria Emma Thomas, e também no 39 o Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto ambas em São Paulo

Cinara Barbosa 

É curadora e pesquisadora Professora Adjunta do Departamento de Artes Visuais (da Universidade de Brasília (Membro do Conselho da Galeria Espaço Piloto da UnB Orientadora curatorial de projeto envolvendo acervo da Casa da Cultura da América Latina Idealizadora e coordenadora do BSB Plano das Artes, projeto que envolve espaços independentes e ateliês de Brasília para para formação de público e consolidação de circuito de arte na cidade É diretora artística do Elefante Centro Cultural (espaço autônomo de artes visuais Dedica se também ao acompanhamento crítico de artistas. É professora convidada do curso de especialização Design Estratégico no tema Gestão de Equipes Criativas e Interdisciplinares da Universidade Federal de Goiânia que aborda, entre outras questões, arte e mercado Interessa se curatorialmente por pesquisas artísticas com enfoque nas relações de influência e contaminação entre produção artística contemporânea e História da Arte Brasileira

Claudinei Roberto

É Artista visual e de performance por formação (e prática). Tem uma extensa experiência como curador, assinando projetos como a exposição O banzo, o amor e a cozinha da casa, Museu Afro Brasil, São Paulo (2014); Audácia Concreta as Obras de Luiz Sacilotto , Museu Oscar Niemeyer, Curitiba (2015); o simpósio Presença Africana no Brasil, Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo (2015); e a 13a. Bienal Naifs do Brasil, Sesc Belenzinho, São Paulo (2017), juntamente com Clarissa Diniz e Sandra Leibovici.

Davi Giordano

É artista, escritor e professor Em sua trajetória, vem inspirando o poder criativo para que as pessoas saiam de seus padrões Mestre em Performance Art ( e doutorando em Artes Cênicas (Já trabalhou para importantes empresas, produtoras culturais, artistas, universidades e instituições educacionais Autor de livros, roteiros e conteúdos diversos direcionados para programas culturais, rádios, cursos web, palestras etc Seus trabalhos artísticos já foram apresentados no Brasil, na Argentina, no Chile, nos Estados Unidos e na França Site do artista davigiordano.com.br

Douglas de Freitas

É curador associado do Instituto Inhotim Trabalhou de 2011 a 2019 como curador no Museu da Cidade de São Paulo, onde realizou a performance de Maurício Ianês as instalações de Tatiana Blass Lucia Koch, Iran do Espírito Santo, Felipe Cohen, Laura Belém, Sara Ramo e Vanderlei Lopes na Capela do Morumbi a instalação de Sandra Cinto e Carla Chaim na Casa do Sertanista a exposição de Albano Afonso na Casa do Bandeirante e as exposições retrospectivas “Guerra do Tempo”, de Marilá Dardot e Arte à Mão Armada, de “Carmela Gross”, na Chácara Lane Em 2018 realizou a exposição “Morumbi Caxingui Butantã” com instalações de Cinthia Marcelle Matheus Rocha Pitta e Marcius Galan que ocuparam respectivamente a Casa do Bandeirante, a Casa do Sertanista e a Capela do Morumbi Em 2017 realizou com Felipe Scovino e Marcelo Campos a exposição “ Barrão, Albano” no Santander Cultural de Porto Alegre Entre 2010 e 2012 foi coordenador do Edital de Arte na Cidade da Secretaria de Cultura de São Paulo, que realizou sete projetos de grande escala em espaços públicos

Enock Sacramento

É membro das Associações Paulista, Brasileira e Internacional de Críticos de Arte. Participou de aproximadamente 180 júris de salões de arte, curou mais de 200 exposições no Brasil, América Latina, Estados Unidos e Europa, prefaciou cerca de 200 catálogos de exposições, publicou numerosos artigos na imprensa e 33 livros sobre arte e artistas brasileiros. Em função de sua atuação como crítico e curador de arte, recebeu, em 2004 e 2016, o Prêmio Gonzaga Duque, da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte, por atividades desenvolvidas no ano anterior e, em 2011, o Prêmio Mário de Andrade por sua trajetória como crítico e curador de arte. É curador da Fundação José e Paulina Nemirovsky, São Paulo.

Fábio Magalhaes

Pintor e desenhista. Cursa história da arte no Masp, com Wolfgang Pfeiffer, e estuda com Nelson Nóbrega na Escola de Arte da Faap. Em 1964, viaja para Paris, França, onde freqüenta o Instituto de Arte e Arqueologia e entra em contato com os integrantes do movimento internacional Phases. Nesse mesmo ano, é selecionado pelo MAC/SP para representar o Brasil, ao lado de outros artistas, no Salon Comparaisons de Paris. Ao longo de sua carreira, exerce várias atividades dentre elas: diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo; membro da Comissão de Arte do MAM/SP (1978 a 1980);  conservador chefe do Masp (1990)  e curador das exposições Coleção Pirelli/Masp. Entre as exposições de que participa, destacam-se: Salão do Trabalho, São Paulo, 1962/1963 (Menção Honrosa, 1963); Salão Paulista de Arte Moderna, São Paulo, 1963/1964 (Menção Honrosa, 1963); Exposição do Jovem Desenho Nacional, Porto Alegre e São Paulo, 1963/1965 (Menção Honrosa,  1963); Propostas 65, na Faap, São Paulo, 1965; Bienal ao Ano 2000, no MAC/USP, São Paulo, 1975; Salão Nacional de Artes Plásticas, Rio de Janeiro, 1981.

Felipe Gabriel

É criador de conteúdo visual, Felipe Gabriel atua na área de música, cultura e comportamento Fez a
cobertura dos principais festivais de música do Brasil como Lollapalooza Red Bull Music Academy Bananada e Popload Atende também o mercado editorial e institucional, prestando serviços para empresas como Red Bull, Rider, Artemisia Folha de Sp Uol entre outras No cenário da música eletrônica underground de São Paulo, fotografa as principais festas de SP como ODD, Capslock Gop Tun Mareh entre outras

Guilherme Teixeira

Nasceu em 1977, vive e trabalha em São Paulo. Em 1999 formou-se em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado e em 2010 concluiu o mestrado em artes visuais pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Como artista, em 2012 participou do Programa Rumos Artes Visuais no Itaú Cultural, da exposição Daquilo Que Me Habita no CCBB de Brasília, e da Mostra SESC de Artes.Entre 2007 e 2010 dirigiu a Divisão de Ação Cultural e Educativa do Centro Cultural São Paulo e atualmente é coordenador artístico-pedagógico no Programa Fábricas de Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura,Poiesis, Organização Social de Cultura.

Julia Lima

Graduou-se pela PUC-SP em Arte: História, Crítica e Curadoria, e foi aluna do Courtauld Institute of Art, Londres, em 2009. Entre 2013 e 2016, atuou no Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake, coordenado por Paulo Miyada. Hoje atua como curadora independente, e como professora em cursos livres de história da arte e curadoria.

Julie Belfer

Nasceu na Holanda, cresceu no Brasil, se formou pela School of the Museum Fine Arts como Artista Plástica em Boston e seguiu morando 4 anos em Atenas, Grécia. Em 2006 ingressou na equipe do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), onde atuou, entre outras funções, como gerente de negócios e marketing.

Como relações internacionais, especializada em artes visuais, recebeu ilustres como Rockefeller, Baryshnikov, o estilista Kenzo, a curadora Yuko Hassegawa, o curador Luiz Perez-Oramas e os Langens da Langen Foundation em ações personalizadas.

Leornardo Birche

É sócio diretor da 3 D 3 Comunicação e Cultura, produtor, gestor de projetos culturais e pesquisador Mestre em Educação pela USCS, tem graduação em Publicidade e Propaganda, com ênfase e Marketing, pela ESPM SP Atua em projetos culturais desde 2010 além de empreender pesquisas sobre a cadeia produtiva da cultura e políticas públicas para o setor, e estudos realizados para Instituto Itaú Cultural, ABACT, entre outros

Marcelo Amorim

coleciona e apropria-se de imagens para a partir delas produzir principalmente desenho, pintura e vídeo. Retiradas de acervos particulares, manuais, livros didáticos, mídias sociais, as imagens tem procedências diversas e parecem ser de um passado distante. Através de montagens e transposições o artista liberta intenções, particularidades e gestos contidos nas imagens com o intuito de revelar seu papel de conformadoras de comportamentos e levantar questões sobre os valores culturais históricos e sua evolução ao longo do tempo. Realizou exposições individuais no Ateliê397, Centro Cultural São Paulo, Paço das Artes, Museu de Arte de Ribeirão Preto, Galeria Zipper, Galeria Jaqueline Martins, Galeria Oscar Cruz, Centro Cultural Elefante, além de ter participado de coletivas na Caixa Cultural, Instituto Figueiredo Ferraz, Memorial da América Latina, Paço das Artes e Sesc, entre outros.

Marcos Moraes

É doutor pela FAU USP e bacharel em Direito e Artes Cênicas pela mesma Universidade, além de especialista em Arte Educação Museu e Museologia Professor de história da arte, é coordenador dos cursos de Artes Visuais da FAAP, da Residência Artística FAAP e do Programa de residência da FAAP, na Cité des Arts, Paris Integrou o Grupo de Estudo em Curadoria do MAM e o corpo de interlocutores do PIESP É membro do ICOM Brasil e do Conselho do MAM SP Curador independente, seus mais recentes projetos curatoriais incluem Jandyra Waters caminhos e processos Entretempos e Lotada (MAB Centro, Museu de Arte Brasileira FAAP), além de Imagens Impressas um percurso histórico pelas gravuras da Coleção Itaú Cultural (São Paulo, Santos, Curitiba, Fortaleza, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto, Brasília, Florianópolis) É responsável por publicações sobre artistas como Luiz Sacilotto, Adriana Varejão, Rodolpho Parigi, Mauro Piva

Marcelo Salles

Formou-se em arquitetura e urbanismo pela Universidade Mackenzie em 1993. A partir daí desenvolve pesquisas de forma autônoma em  teoria da arquitetura e artes visuais. Coordena e organiza projetos próprios ou propostos por outros artistas, curadores e críticos além de acompanhamentos individuais de artistas, orientação de grupos de estudos e/ou produção. Elabora textos críticos e, principalmente curadorias em exposições individuais e coletivas como:”Renata Pelegrini, pinturas e desenhos” – Casa Contemporânea – SP(2016); “Tempo, espaço: lugares”- Museu de Arte Contemporânea de Campinas José Pancetti (MACC); “Singulares”– Casa Contemporânea – SP (2015) “Tão Perto, Tão Longe” grupo Pigmento – Centro cultural Água Branca-SP (2014); “Helena Carvalhosa – arte é o exercício experimental da liberdade” – Casa Contemporânea-SP (2013/2014) “Pigmento#2; “Pigmento #1” – Casa Contemporânea; “Silêncio e Cor” (curadoria) pinturas de Beatriz Sztutman e Isaac Sztutman – Espaço Cultural Rudolf Steiner – SP (2010); “A Grande Alegria”, à arte basta seu próprio fardo para carregar – Casa Contemporânea – SP (2009-2010). Criou e dirige, desde 2009, em parceria com a artista Marcia Gadioli o espaço independente Casa Contemporânea voltado para exposições, cursos e ateliê. Nasceu em São Paulo onde vive e trabalha.

Marcela Stump

É comunicadora social formada na Escola de Comunicação e Artes ECA USP 2007 pós graduada em Marketing por meios digitais na FGV com experiência em gerenciamento de conteúdo online para marcas e projetos há 12 anos Trabalhou ativamente no mercado de moda, projetos culturais, festivais e gestão de posicionamento de e commerces, trabalhando a linguagem, relações públicas, assessoria de imprensa e relacionamento digital com público Hoje em dia trabalha com consultoria de comunicação online para profissionais liberais e pequenas marcas, além d e projetos de comunicação como lançamentos e repaginação de serviços

Marcio Harum

Curador e pesquisador. Foi assistente curatorial na 27ª Bienal de São Paulo (2006) e produtor executivo da 1ª Bienal do Fim do Mundo (Argentina, 2007). Integrou o comitê curatorial do programa Rumos Artes Visuais 2008/2009, do Itaú Cultural. Como bolsista do Programa Deutsch Börse, na Alemanha, em 2007, foi curador em residência no centro de arte Frankfurter Kunstverein, em Frankfurt. Participa da equipe de críticos da Temporada de Projetos do Paço das Artes desde 2009.

Nancy Betts

É graduada e licenciada em Educação Artística (1992 – FAAP) e Mestre em Comunicação e Semiótica (2002 – PUC/SP). Professora de História da Arte e Semiótica nos cursos de: Artes Visuais, Design e na Pós-Graduação lato sensu, na FAAP. Integrou até 2009 o corpo docente dos cursos de Pós-graduação lato sensu de Audiovisual e Design Gráfico, do SENAC/SP, nas disciplinas de Semiótica da imagem e do som e Comunicação, Linguagem e Sentido respectivamente. Em 2005 é professora convidada da UNICHAPECÓ-SC no curso de Pós-graduação lato sensu em Artes Visuais em Culturas Contemporâneas na disciplina de Semiótica do Visual. Curadora independente e pesquisadora cadastrada no CNPq em linguagem da arte e da artemídia. Participou em congressos como ANPAP e INTERCOM, atuando principalmente em Arte, Tecnologia, Mídia e Design nos seguintes temas: poéticas de reciclagem, apropriação, intertextualidade, interface crítica, semiótica, análise de imagem, efeitos de sentido. Criadora e realizadora do Festival de Artes de Passa Quatro, Minas Gerais, por três anos e consultora e júri do Red Bull Station – Residência Artística.

Nilton Campos

É A rquiteto e Urbanista Realiza projetos de curadoria, expografia programação visual, projeto gráfico e outros, para o MARP Museu de Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel Gismondi e outras instituições, assim como para projetos e espaços independentes Dirige o MARP desde 2002 onde, dentre outras coisas, coordena as edições anuais do SARP Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional Contemporâneo e do Programa Exposições do MARP Concebeu e coordena a partir de 2017 o “Projeto Biblioteca Pedro Manuel Gismondi realizado a partir dos mais de 4 000 itens que compõem esta Biblioteca pertencente ao MARP, que contou numa primeira etapa com uma residência artística Participou de comissões de seleção e premiação de salões de arte e outros, dentre eles Anual de Arte da FAAP, Fundação Armando Álvares Penteado, São Paulo SP 2005 Território da Arte de Araraquara, Araraquara SP 2010 2018 e 2019 Salão de Artes Plásticas de Mococa, Mococa SP 2012 Programa de Exposições 2013 do Centro Cultural São Paulo, São Paulo SP 2013 FUTURO Salão Nacional de Artes Visuais de Jundiaí Arte Contemporânea e Novas Tecnologias, Jundiaí SP 2013 Salão de Artes Plásticas de Catanduva, Catanduva SP 2013 Salão Anapolino de Arte, Anápolis GO 2019 e das edições do Programa Exposições do MARP (a partir de 2002 e do SARP Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional Contemporâneo (MARP a partir de 2012)

Nino Cais

São Paulo, SP, 1969. Artista plástico. Conclui bacharelado e licenciatura em artes plásticas pela Faculdade Santa Marcelina em 2001, realizando no mesmo ano e local sua primeira mostra individual, A Trama Rarefeita, em que apresenta objetos realizados no final da década de 1990, formados pelo emaranhado de nós feitos com tecido. Esse material destaca-se em grande parte de sua produção, aparecendo em situações fotografadas pelo artista, vídeos e colagens, e também na forma de estampas ou padrões decorativos que compõem o universo de assemblages, objetos e desenhos.

Oscar D’Ambrósio

Fez graduação em Jornalismo pela ECA USP 1986 graduação em Letras (Português/ pela Faculdade de Letras e Educação da Universidade Presbiteriana Mackenzie 1986 especialização em Literatura Dramática pela ECA USP 1989 mestrado em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unesp 2004 e doutorado 2013 e pós doutorado 2020 no Programa de Educação, Arte e História da Cultura da Universidade Presbiteriana Mackenzie Autor de diversos livros na área de arte naif e arte contemporânea Tem experiência na área de Comunicação, curadoria e autor de textos para catálogos e apresentações de diversos artistas plásticos contemporâneos Responsável pela página www oscardambrosio com br e pelo Instagram @oscardambrosioinsta e pelo Projeto @arteemtempodecoronavirus

Paola Fabres

Atua como crítica e curadora independente. É doutoranda em História, Teoria e Crítica (ECA-USP) e mestre em Artes Visuais (PPGAV-UFRGS). É organizadora da residência Comunitária (Lincoln, Argentina), foi co-coordenadora do centro de pesquisa e residência Uberbau_house (voltado à investigação em arte latino-americana 2016-2017) e consultora de arte contemporânea do Ponto Digital: Trienal das Artes, ligado ao Sesc Sorocaba (2017). Já colaborou com publicações como Select, DASartes, Dardo, Curatoria Forense Editorial e é fundadora e editora da revista digital Arte ConTexto (www.artcontexto.com.br, 2013-), junto com Talitha Motter.

Paulo Gallina

Crítico de arte e curador independente, é formado em História pela Universidade de São Paulo (USP). Durante sua formação, participou do Grupo de Estudos de Crítica e Curadoria da ECA-USP orientado pelo professor doutor Domingos Tadeu Chiarelli (2009-2012). Colaborou com os espaços independentes: Ateliê OÇO (2010) e o Ateliê 397 (2013); como crítico residente, além de atuar como crítico e curador do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake (2010-2013). Ministrou cursos de sobre história da arte em instituições culturais como o Insituto Tomie Ohtake (2013) e o Instituto Itaú Cultural (2014). Nos últimos anos curou as exposições: Nino Cais: Das Bandeiras e dos Viajantes (SESC, São Carlos, Ribeirão Preto e São Paulo, 2013); Primeira Leitura (Zipper Galeria, São Paulo, 2014); O saber da linha (LAB570, São Paulo, 2014/PINTA LONDON, Londres, 2015); Alguma coisa descartável (Museu de arte de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, 2014); Estruturas precárias (Galeria Paralelo, São Paulo, 2015); Apagamentos (Caixa Cultural, São Paulo, 2016); Soluções duradouras (Tal Galeria, Rio de Janeiro, 2017); A vida das pessoas extraordinárias (MNAV, Montevidéu, 2017); Máquina sem palavras (MFCC, Curitiba, 2017); entre outras. Tem textos publicados em livros e catálogos, destacando as leituras críticas do e-book O MAC essencial II e o ensaio elaborado para o catálogo da exposição Os primeiros 10 anos, realizada no Instituto Tomie Ohtake, na qual também foi um dos curadores.

Priscila Arantes

É crítica de arte, curadora e pesquisadora no campo da arte, curadoria, museu e estética contemporânea É formada em filosofia pela USP, possui mestrado e doutorado em comunicação e semiótica pela PUC SP e pós doutorado, com projeto na área de estética e arte em meios tecnológicos, pela Unicamp e Penn State University ( É professora dos cursos de graduação e pós graduação "Arte história, crítica e curadoria" da PUC/SP e também professora titular da Universidade Anhembi Morumbi de São Paulo É autora de Arte Mídia perspectivas da Estética Digital finalista do Prêmio Jabuti 2006 e organizadora dos livros Conexões tecnológicas Estéticas tecnológicas novas formas de sentir e Experiências/Campos/Intersecções/Articulações Entre suas curadorias destacam se Circuitos Paralelos retrospectiva Fred Forest (Paço das Artes, 2006 Bia Medeiros trajetórias do corpo (Caixa Cultural RJ e BSB, 2008 I/legítimo dentro e fora do circuito (MIS e Paço das Artes, 2008 Grau Zero (Paço das Artes, 2008 e Crossing [ (Paço das Artes, 2010 Entre 2007 e 2011 foi diretora adjunta do Museu da Imagem e do Som (de São Paulo Desde 2007 é diretora técnica e curadora do Paço das Artes)

Rafael Vogt Maia Rosa

É pós-doutorando no Departamento de Artes Plásticas da USP. Foi, por duas vezes, pesquisador convidado na Yale University (EUA), em 2010/11 e 2013/15. Graduado em Linguística, mestre e doutor em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP. É crítico de arte, dramaturgo e músico. Suas curadorias, ensaios e palestras procuram investigar relações entre arte e vida no contexto brasileiro das décadas de 1960 e 1970 e suas ressonâncias na atualidade. Desde 2001, ministra palestras sobre arte e cultura contemporânea, em instituições como MAM.SP, Pinacoteca do Estado de SP, Instituto Tomie Ohtake, SESC.SP, entre outros, nas quais buscou relacionar as linguagens artísticas tradicionais, a teoria e a prática, bem como o discurso acadêmico de uma um público não especializado. Foi professor de teoria no bacharelado em Artes Visuais da Faculdade Santa Marcelina, trabalhou na Fundação Bienal de São Paulo e no jornal Folha de S. Paulo. Integrou o Círculo de Dramaturgia do CPT de Antunes Filho. Apresentou a performance The False  Beginners no Movement Research em Nova York  (2014). Curou as exposições “Retratos”, na Galeria Millan; "A Zona: Duke Lee, Baravelli, Fajardo, Nasser, Resende" e "O espaço onomatopáico”, sobre Marcello Nitsche, ambas no Centro Universitário Maria Mariantonia; H.O.N.Y Heliotapes na Casa das Rosas, sobre diálogo entre Helio Oiticica e Haroldo de Campos, entre outras. Foi mentor no Yale Playwrights Festival, em 2011. Publicou entrevistas com artistas, escritores e críticos como Nelson Leirner, José Resende, Tunga, Ronald Golias, Alan Pauls, K.J. Holmes, Robert Storr, entre outros, e é autor de textos como Bela Triste Natureza: Janaina Tschäpe (Revista Jacarandá, 2015), Ilhas de Fato e Ficção (Cosac Naify, 2013), Até onde se pode ir muito longe (Ars, 2007) e da peça Banhistas (SESC, 2005), entre outros.

Raphael Fonseca

É curador do MAC Niterói e professor do Colégio Pedro II Doutor em Crítica e História da Arte pela UERJ Recebeu Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça de curadoria 2015 e o prêmio de curadoria do Centro Cultural São Paulo 2017 Curador residente na Manchester School of Art (Maio Agosto de 2016 Entre suas exposições recentes, destaque para “Dorminhocos Pierre Verger”(Caixa Cultural Rio de Janeiro, 2018 ),“Regina Vater Oxalá que dê bom tempo”(Museu de Arte Contemporânea de Niterói, 2017 );“ Bestiário”(Centro Cultural São Paulo, 2017 );“Dura lex sed”(Centro Cultural Parque de España Rosario Argentina, 2017 );“Quando o tempo aperta” (Palácio das Artes Belo Horizonte e Museu Histórico Nacional Rio de Janeiro, 2016 Reply all Grosvenor Gallery Manchester, Inglaterra, 2016 );“Figura humana”(Caixa Cultural RJ, 2014 );“Deslize <surfe skate>”(Museu de Arte do Rio, 2014 Escreve regularmente para a revista ArtNexus Um dos autores convidados para o catálogo da 32 a Bienal de São Paulo 2016

Rejane Cintrão

Fundadora do Isso é Arte, apaixonada por jogar tênis, viajar e, claro, arte contemporânea Mestre em História da Arte pela ECA USP, atuante nas áreas de curadoria, produção executiva e idealização de projetos de arte contemporânea, desde 1983 Curadora convidada para os projetos na Torre Santander, São Paulo (desde mar 2011 e curadora e idealizadora do projeto de site specifics no Espaço Cultural do Hospital Edmundo Vasconcelos (desde mar 2010 Idealizadora do programa Novos Curadores 2010 a 2012 professora convidada no curso de pós graduação de Crítica e Curadoria da PUC São Paulo 2011 curadora executiva doMAM Museu de Arte Moderna de São Paulo 1993 a 2005 professora no curso de Artes Plásticas da Faculdade Santa Marcelina 1993 a 2000 curadora assistente na XXI Bienal de São Paulo 1991 assessora no setor de exposições temporárias e departamento de vídeo do Museu de Arte Contemporânea da USP 1984 a 1991 e monitora da XVII Bienal de São Paulo 1983 entre outros

Prof. Dr. Roberto Bertani

É o Coordenador do curso de Pós Graduação em Arte e Mercado, e do Bacharelado em Artes Visuais do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, Professor Titular da graduação e pós graduação da FAAP Faculdade Armando Álvares Penteado É membro do ICOM International Council of Museums Atualmente é Diretor do Museu Belas Artes de São Paulo Foi Diretor Executivo do Instituto de Cultura Contemporânea, Superintendente Geral e Curador Artístico da Fundação José e Paulina Nemirovsky, Diretor Executivo do Instituto de Arte Contemporânea, e Diretor Executivo da Fundação Estudar

Tamara Perlman

É avaliadora independente de obras e coleções, especializada em arte moderna e contemporânea brasileira, e consultora em mercado de arte para novos negócios neste segmento É pesquisadora associada ao centro de estudos em Arte e Economia da FGV Invest, em São Paulo, e foi co fundadora e diretora da Parte Feira de Arte Contemporânea de 2011 a 2018 Previamente ao seu trabalho no mercado de arte, Tamara atuou como advogada de direito empresarial e de infraestrutura É formada em Direito pela USP 2005 e tem mestrado na mesma área pela Columbia University School of Law 2008