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Em sua estreia na ART.PE, a Galeria Tato apresenta obras de cinco dos artistas representados, reafirmando sua atuação voltada à diversidade de linguagens e à valorização da produção contemporânea.

A galeria apresentará um recorte da sua pesquisa curatorial, com experimentações em diferentes suportes – como pintura, escultura, desenho, têxteis e objetos –, evidenciando a amplitude de práticas e perspectivas que compõem seu time de artistas.

  • Anna Guerra (Recife, 1970) é artista visual que vive e trabalha em São Paulo, com mais de 20 anos de trajetória. Realizou individuais em Recife e tem obras em coleções públicas e privadas como o MAC Olinda e o Instituto Brison Vilela.

    Sua pesquisa transita entre o erudito e o popular, explorando brasilidade, tradições religiosas e arte popular. A partir de recortes de papel, bordados e trabalhos têxteis, cria imagens vibrantes e rítmicas, inspiradas em cordel e estampas.

    Experimenta materiais diversos — de óleo e acrílica a tecidos e refugos industriais — transformando-os em poesia visual. Seu processo valoriza a expressividade dos pontos e costuras, refletindo emoções, saberes transmitidos por gerações e a força do trabalho artesanal feminino.

    Desirée Hirtenkauf (Estrela, 1965) vive e trabalha em Lajeado (RS). Artista visual formada em Letras, tem no desenho sua principal linguagem, que chama de “desenhos literários”, marcados por micronarrativas e figuras múltiplas.

    Seu trabalho parte de traços em nanquim, costuras e colagens até se expandir para suportes têxteis e objetos, criando composições coloridas que mesclam bordado, apropriação de materiais e pequenas esculturas. Explora temas como memória, religiosidade, envelhecimento e morte, em obras que transitam entre o fabular, o poético e o inconsciente.

    Juniara Albuquerque (Recife, 1995) é artista visual não binárie, vive e trabalha em São Paulo. Teve sua primeira individual em 2022 no Museu Murilo La Greca e já participou de mostras no Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, MAR e 51º Salão de Arte Contemporânea de Santo André.

    Sua pesquisa transforma ossadas do sertão nordestino em esculturas coloridas com tinta automotiva — técnica aprendida na funilaria do pai — explorando a relação entre tecnologia, memória afetiva e saberes da natureza.

    Lucas Quintas (1990) é artista visual, vive e trabalha em São Paulo. Bacharel em Comunicação Social pela ESPM, foi orientado por nomes como Nino Cais, Carla Chaim e Marcio Harum. Vencedor do Prêmio DasArtes 2021, participou da residência Kaaysá e de exposições como SP-Arte, Galeria Rabieh e Casa Tato.

    Seu trabalho abrange desenho, pintura, escultura e instalação, explorando tensão, equilíbrio e continuidade. A partir do desenho, expande linhas e cores ao espaço, subvertendo materiais e criando efeitos ópticos que ativam a percepção do espectador.

    Luiz 83 (1983) vive e trabalha em São Paulo. Autodidata, iniciou sua trajetória na pichação, linguagem que expandiu para desenho, pintura e escultura. Sua experiência como montador de exposições também alimenta seu repertório visual.

    Participou de mostras individuais e coletivas, como Z (Galeria Tato), Tendências da Street Art (MuBE) e Pretatitude (SESC). Seu trabalho retoma a estilização do pixo para recriar paisagens urbanas, transformando letras em construções que refletem a cidade e seus impedimentos.

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